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.Azulejo séc. XVII e séc.XVIII

relógio Azulejo séc.XVIII . leques Azulejo séc. XVII e séc.XVIII. eco saco Azulejo séc. XVII

NOVO Azulejo séc XVIII - Anjo disponível em julho 2010

Azulejo séc. XVII - Camélia

Azulejo séc. XVII - Ponta de Diamante

 

A partir do último quartel do século XVII e durante quase cinquenta anos , importaram-se dos Países Baixos conjuntos monumentais de azulejos. A concepção por pintores qualificados , a superioridade técnica bem como a sua pintura a azul, citando a porcelana da China, foram do agrado do público português. Reagindo a estas importações, as oficinas nacionais chamaram a si pintores com formação na pintura académica e perante os novos azulejos portugueses abandonaram-se naturalmente as exportações. No segundo quartel do séc. XVIII assistiu-se a um aumento sem precedentes do fabrico de azulejos, o que se ficou, também, a dever a grandes encomendas chegadas do Brasil.

 É o período da Grande Produção, em parte coincidente com o reinado de D. João V (1706-1750), a que correspondeu o uso dos maiores ciclos de painéis historiados jamais executados em Portugal. O aumento da produção conduziu à repetição das figurações, ao recurso de motivos seriados como albarradas e à simplificação da pintura das cenas, ganhando as molduras grande importância cenográfica. In website Instituto Camões

Estas três peças Terra Lusa representam pormenores de paineis de azulejos do séc.XVII e XVIII e são o tributo Terra Lusa a todos os mestres e pintores da azulejaria portuguesa que permitiram a Portugal um reconhecimento universal neste campo das artes.

 

 

Azulejo séc. XVIII

 

 

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